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Novo projeto da Euroeste em Calueque no Jornal de Angola

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O Jornal de Angola descreve o novo projeto da Euroeste na província do Cunene, "que pode vir a ser o maior pólo agroindustrial do sul de Angola"
Data 19-08-2016 

Após visita ao local, o Jornal de Angola descreve o novo projeto da Euroeste na província do Cunene, destacando "aquele que pode vir a ser o maior pólo agroindustrial do sul de Angola".

 

Sublinhando "a estratégia do Governo para a diversificação da economia e incentivo à produção nacional" e evidenciando o desafio aceite pelo investidor, o "Grupo Silvestre Tulumba", para "transformar uma região tradicionalmente agro-pecuária", o Jornal de Angola publica um extenso artigo acerca do novo projeto da Euroeste em Calueque.

 

Sob o lema "semear, colher, transformar, produzir, distribuir e consumir", o grupo Euroeste foi selecionado para implementar, desenvolver e gerir o projeto, cuja área total é de 110.000 hectares e que inclui:

 

  • 20.000 ha de regadio para produção de cereais;
  • 500 ha de regadio para produção de hortícolas;
  • 500 ha de regadio para produção de tomate para indústria;
  • Central hortícola;
  • Fábrica de tomate;
  • Fábrica de extrusão de soja;
  • Fábrica de rações;
  • Fábrica de fuba;
  • 2.200 porcas reprodutoras em ciclo fechado;
  • 2.200 vacas para produção de leite;
  • Matadouro e salsicharia;
  • Produção e abate de aves.

 

Testemunhando as obras em curso, o Jornal de Angola destaca "o cultivo de milho e trigo em grande escala" como "o ponto forte do projeto agroindustrial de Calueque", descrevendo posteriormente todas as áreas de negócio incluídas, com natural destaque para o número de postos de trabalho criados, naquele que é considerado um projeto "com todas as condições para provocar uma mudança na história agrícola do sul de Angola".

 

O investidor, o empresário Silvestre Tulumba, que recorre aos serviços do grupo Euroeste para obter a experiência e conhecimento necessários para implementar e gerir eficientemente um projeto desta magnitude, garantiu ao Jornal de Angola que "estamos aqui a trabalhar para mostrar o potencial de Angola, garantir o fornecimento de bens alimentares à população e ajudar o Executivo no seu programa de combate à fome e à pobreza no país".